• O Amor II

    Out 24 2013, 20h23

    O amor, como comumente se entende na Terra, é um sentimento, um impulso do ser, que o leva para outro ser com o desejo de unir-se a ele. Mas, na realidade, o amor reveste formas infinitas, desde as mais vulgares até as mais sublimes. Princípio da vida universal, proporciona à alma, em suas manifestações mais elevadas e puras, a intensidade de radiação que aquece e vivifica tudo em volta de si; é por ele que ela se sente estreitamente ligada ao Poder Divino, foco ardente de toda a vida, de todo o amor.
    Acima de tudo, Deus é amor. Por amor, criou os seres para associá-los às suas alegrias, à sua obra. O amor é um sacrifício; Deus hauriu nele a vida para dá-la às almas. Ao mesmo tempo que a efusão vital, elas receberiam o princípio afetivo destinado a germinar e expandir-se pela provação dos séculos, até que tenham aprendido a dar-se por sua vez, isto é, a dedicar-se, a sacrificar-se pelas outras. Com esse sacrifício, em vez de se amesquinharem, mais se engrandecem, enobrecem e aproximam do Foco Supremo.
    O amor é uma força inexaurível, renova-se sem cessar e enriquece ao mesmo tempo aquele que dá e aquele que recebe. É pelo amor, sol das almas, que Deus mais eficazmente atua no mundo. Por ele atrai para si todos os pobres seres retardados nos antros da paixão, os Espíritos cativos na matéria; eleva-os e arrasta-os na espiral da ascensão infinita para os esplendores da luz e da liberdade.
    O amor conjugal, o amor materno, o amor filial ou fraterno, o amor da pátria, da raça, da humanidade, são refrações, raios refratados do amor divino, que abrange, penetra todos os seres e, difundindo-se neles, faz rebentar e desabrochar mil formas variadas, mil esplêndidas florescências de amor.
    Até às profundidades do abismo de vida, infiltram-se as radiações do amor divino e vão acender nos seres rudimentares, pela afeição à companheira e aos filhos, as primeiras claridades que, nesse meio de egoísmo feroz, serão como a aurora indecisa e a promessa de uma vida mais elevada.
    É o apelo do ser ao ser, é o amor que provocará, no fundo das almas embrionárias, os primeiros rebentos do altruísmo, da piedade, da bondade. Mais acima, na escala evolutiva, entreverá o ser humano, nas primeiras felicidades, nas únicas sensações de ventura perfeita que lhe é dado gozar na Terra, sensações mais fortes e suaves que todas as alegrias físicas e conhecidas somente das almas que sabem verdadeiramente amar.
    Assim, de grau em grau, sob a influência e irradiação do amor, a alma desenvolver-se-á e engrandecerá, verá alargar-se o círculo de suas sensações. Lentamente, o que nela não era senão paixão, desejo carnal, ir-se-á depurando, transformando num sentimento nobre e desinteressado; a afeição a um só ou a alguns converter-se-á na afeição a todos, à família, à pátria, à humanidade. E a alma adquirirá a plenitude de seu desenvolvimento quando for capaz de compreender a vida celeste, que é toda amor, e a participar dela.
    O amor é mais forte do que o ódio, mais poderoso do que a morte. Se o Cristo foi o maior dos missionários e dos profetas, se tanto império teve sobre os homens, foi porque trazia em si um reflexo mais poderoso do Amor Divino. Jesus passou pouco tempo na Terra; foram bastantes três anos de evangelização para que o seu domínio se estendesse a todas as nações.
    Não foi pela Ciência nem pela arte oratória que ele seduziu e cativou as multidões; foi pelo amor! Desde sua morte, seu amor ficou no mundo como um foco sempre vivo, sempre ardente. Por isso, apesar dos erros e faltas de seus representantes, apesar de tanto sangue derramado por eles, de tantas fogueiras acesas, de tantos véus estendidos sobre seu ensino, o Cristianismo continuou a ser a maior das religiões; disciplinou, moldou a alma humana, amansou a índole feroz dos bárbaros, arrancou raças inteiras à sensualidade ou à bestialidade.
    O Cristo não é o único exemplo a apresentar. Pode-se, de um modo geral, verificar que das almas eminentes se desprendem radiações, eflúvios regeneradores, que constituem uma como atmosfera de paz, uma espécie de proteção, de providência particular. Todos aqueles que vivem sob essa benéfica influência moral sentem uma calma, um sossego de espírito, uma espécie de serenidade que dá um antegozo das quietações celestes. Essa sensação é mais pronunciada ainda nas sessões espíritas dirigidas e inspiradas por almas superiores; nós mesmos o experimentamos muitas vezes em presença das entidades que presidem aos trabalhos do nosso grupo de Tours.
    Quem pode descrever os êxtases que proporciona às almas purificadas, que chegaram às cumeadas luminosas, a efusão nelas do amor divino e os noivados celestes pelos quais dois Espíritos se ligam para sempre no seio das famílias do espaço, reunidas para consagrarem com um rito solene essa união simbólica e indestrutível? Tal é o matrimônio verdadeiro, o das almas irmãs, que Deus reúne eternamente com um fio de ouro. Com essas festas do amor, os Espíritos que aprenderam a tornar-se livres e a usar de sua liberdade fundem-se num mesmo fluido, à vista comovida de seus irmãos. Daí em diante, seguirão uns aos outros em suas peregrinações através dos mundos; caminharão, de mãos dadas, sorrindo à desgraça e haurindo na ternura comum a força para suportar todos os reveses, todas as amarguras da sorte. Algumas vezes, separados pelos renascimentos, conservarão a intuição secreta de que seu insulamento é apenas passageiro; depois das provas da separação, entreveem a embriaguez do regresso ao seio das imensidades; essas impressões vão-se encontrando cada vez mais vivas à medida que se afastam dos planos inferiores onde reinam as impulsões egoístas e fatais e se sobem os degraus da gloriosa hierarquia espiritual para aproximar-se do Foco Divino; pode-se assim verificar, por uma experiência que vem completar as nossas intuições, que cada alma é um sistema de força e um gerador de amor, cujo poder de ação aumenta com a elevação.
    Por isto também se explicam e se afirmam a solidariedade e fraternidade universais. Um dia, quando a verdadeira noção do ser se desembaraçar das dúvidas e incertezas que obsidiam o pensamento humano, compreender-se-á a grande fraternidade que liga as almas.
    Sentir-se-á que são todas envolvidas pelo magnetismo divino, pelo grande sopro de amor que enche os Espaços.
    À parte esse poderoso laço, as almas constituem também agrupamentos separados, famílias que se foram pouco a pouco formando através dos séculos, pela comunidade das alegrias e das dores. A verdadeira família é a do espaço; a da Terra não é mais do que uma imagem daquela, redução enfraquecida, como o são as coisas deste mundo comparadas com as do Céu. A verdadeira família compõe-se dos Espíritos que subiram juntos as ásperas sendas do destino e são feitas para se compreenderem e amarem.
    Quem pode descrever os sentimentos ternos, íntimos, que unem esses seres, as alegrias inefáveis nascidas da fusão das inteligências e das consciências, a união das almas sob o sorriso de Deus?
    Esses agrupamentos espirituais são os centros abençoados onde todas as paixões terrestres se apaziguam, onde os egoísmos se desvanecem, onde os corações se dilatam, onde vêm retemperar-se e consolar-se todos aqueles que têm sofrido, quando, livres pela morte, tornam a juntar-se com os bem-amados, reunidos para festejarem seu regresso.

    Quem pode descrever os êxtases que proporciona às almas purificadas, que chegaram às cumeadas luminosas, a efusão nelas do amor divino e os noivados celestes pelos quais dois Espíritos se ligam para sempre no seio das famílias do espaço, reunidas para consagrarem com um rito solene essa união simbólica e indestrutível? Tal é o matrimônio verdadeiro, o das almas irmãs, que Deus reúne eternamente com um fio de ouro. Com essas festas do amor, os Espíritos que aprenderam a tornar-se livres e a usar de sua liberdade fundem-se num mesmo fluido, à vista comovida de seus irmãos. Daí em diante, seguirão uns aos outros em suas peregrinações através dos mundos; caminharão, de mãos dadas, sorrindo à desgraça e haurindo na ternura comum a força para suportar todos os reveses, todas as amarguras da sorte.
    Entre os que caminham neste mundo, solitários, entristecidos, curvados sob o fardo da vida, há os que conservam no fundo do coração a vaga lembrança da sua família espiritual.
    Estes sofrem cruelmente da nostalgia dos Espaços e do amor celeste, e nada entre as alegrias da Terra os pode distrair e consolar. Seu pensamento vai muitas vezes, durante a vigília, e, mais ainda, durante o sono, reunir-se aos seres queridos que os esperam na paz serena do Além. O sentimento profundo das compensações que os aguardam explica sua força moral na luta e sua aspiração para um mundo melhor. A esperança semeia de flores austeras os atalhos que eles percorrem.

    Léon Denis – O Problema do ser, do destino e da dor FEB
  • História da Música Clássica

    Jun 9 2013, 12h15

    História da Música Clássica

    Canto Gregoriano- criada pelo Papa São Gregório Magno, na Europa medieval (sec. VII).
    Música de “capela”, ou seja, música para vozes, sem qualquer tipo de acompanhamento instrumental; texto em latim.

    Música Profana – Os Trovadores – música não religiosa que apareceu dentro da nobreza medieval entre os séculos XI e XII.
    Música lírica e profana usava temas de amor e não usava o latim, e sim as línguas vernáculos emergentes como francês, galego, castelhano, e eram acompanhadas com instrumento.

    O Renascimento – séculos XV e XVI, a música trona-se popular, sai do domínio do clero, e surgem a canções populares, o poema lírico “canto madrigal”, temas galante, foram peças pelas quais passaram quase todos os compositores.
    Predominavam instrumentos de teclado e cordas, como órgão, cravo, alaúde, o que facilitou a consagração da música com acompanhamento para as composições.

    Música clássica – Iniciou-se no Período Barroco (16000-1750)
    Foi um momento importante na história da humanidade, pois, Galileu, Kepler e Newton estavam descobrindo novas maneiras de explicar o universo.
    A música, as artes, a arquitetura e a moda, as decorações e ornamentações sofisticadas tornaram-se normais.
    Durante o período barroco, compositores eram usados principalmente por parte das autoridades eclesiásticas e membros da nobreza.
    A música instrumental tornou-se tão importante quanto a música vocal, individuais ou em corais.
    Floresceu a música para órgão, violino, harpas, flauta, aboé, trombone e trompete. Usados até hoje para instrumentos de percussão.

    Compositores mais importantes desta época:

    Período Barroco:
    Antônio Vivaldi (1678 – 1741)
    Johann Sebastian Bach (1685 – 1750)
    Domenico Scarlatti (1685 -1757)
    Georg Frederic Handel (1685 – 1759)

    Período Clássico – (1750 – 1820) – época de grandes mudanças no mundo. Ex: Revolução Francesa e as guerras napoleônicas que mudaram a face da Europa.
    O público em geral tinha mais acesso à cultura e participava mais de atividades artísticas, pois, surgem os primeiros concertos públicos onde as pessoas pagavam para ver o evento e a música deste período foi marcada por simplicidade, equilíbrio e não muito baseada no emocional e ficou conhecida como “música absoluta”, escrita não para danças, mas para o prazer de desfrutar a beleza da música, que era apresentada em salas especiais para concertos ou recitais.
    - Três novas formas instrumentais foram desenvolvidas: o concerto, a sinfonia e a sonata.
    - Viena era o centro musical da Europa e a maioria dos grandes compositores viveu boa patê de seu tempo naquela cidade.

    Périodo Clássico: Joseph Hayd (1732 – 1809
    Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)
    Ludwig van Beethoven (1770 – 1827)

    Périodo Romântico – (1820 – 1920) – as mudanças principais da música aconteceram na era romântica.
    - Neste ambiente de liberdade criativa, floresceu um grande e variado número de obras instrumentais e vocais.
    - Foi durante este período que foram introduzidos a maioria dos instrumentos da “orquestra” como os conhecemos hoje.
    - Compositores românticos também uniram a poesia com a música e as óperas foram dedicadas a expor dramas humanos e não mitológicos, simbólicos ou platônicos.
    - Apareceu a tendência “nacionalista” onde os compositores incorporaram em suas composições, músicas e estilos mais populares de seus países.
    - A música do período romântico foi a que teve maior aceitação e divulgação ao público em geral e atravessou as fronteiras de todos os países para se tornar a “música universal”.

    Entre outros estão: Franz Schubert (1797 – 1828)
    Gioacchino Rossini (1792 – 1868)
    Hector Berlioz (1803 – 1869)
    Frederik Chopin (1810 – 1849)
    Franz Liszt (1811 – 1886)
    Johann Strauss (1825 – 1899)
    Peter L. Tchaikovsky (1840 – 1893)
    Antonin Dvorák (1841 – 1904)

    Música Moderna e Contemporânea (1920 – 2000)

    Impressionismo – a música impressionista é um ramo derivado da música romântica que não segue padrões definidos. A melodia é colocada em forma dispersa e em outros casos, as melodias são repetidas, só mudando a intensidade e o som e também o número de instrumentos envolvidos na orquestra.

    Compositores mais famosos – Mauruce Ravel
    Claude Debussy

    Neo-classismo – estilo semelhante a uma músicaque foi composta no período clássico, porém utiliza sons mais modernos e instrumentos, mas segue os ideais do período clássico e formatos originais.

    Compositores mais famosos – Igor Stravinsky
    Dmitri Shostakovich
    Aram Khachaturian

    Música Atonal – é um novo estilo de música desenvolvido pelo compositor “Arnold Shoengerg”, que utiliza uma escala cromática de 12 notas. Seu rítimo é irregular e imprevisível.

    - Foram desenvolvidos mais tipos e estilos, e já foram escritos mais de música no século XX e XXI do que durante todos os séculos anteriores, o único limite é o talento e imaginação dos compositores.

    Compositores mais famosos:

    Impressionist - Claude Debussy (1862 – 1918)
    Maurice Ravel (1875 – 1937)

    Contemporany – Béla Bartok (1881 – 1945)
    Igor Stravinsky (1882 – 1971)
    Sergei Prokofiev (1891 – 1953)
    Georg Gershwin (1898 -1937)

    “A música é a revolução superior a toda sabedoria filosófica”. Beethoven

    “Onde há música não pode haver maldade”. Miguel de Servantes

    “Sem a música, a vida seria um erro”. Friedich Nietzsche

    “A música é o barulho que pensa”. Vitor Hugo

    “A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende”. William Shakespeare
  • Revivendo o amor...

    Mai 23 2013, 0h02

    Na adolescência, ele surge, manifestando-se de muitas formas.

    Percebe-se que ele chegou ao coração da menina, com anseios de mulher, quando ela passa a se demorar nos cuidados pessoais.

    O cabelo nunca está bom. Hoje ela o quer liso, depois, encaracolado, mudando a cor, alterando o corte.

    Ela se olha no espelho de frente, de lado, pelas costas. E nunca está bem.

    Batom, perfume, maquiagem. Roupa mais justa, roupa mais larga, mais curta. Uma sessão interminável de gostos, segundo a moda.

    E, mais de uma vez, já no portão de casa, volta correndo, para tornar a se olhar no espelho.

    Passa pelo pai e pergunta:

    Estou bonita, pai?

    Afinal, a opinião de um homem é importante.

    Quando o menino, que sente em si os ardores da masculinidade, o descobre, todos na família percebem.

    Porque o banho é demorado e freqüente. A roupa é escolhida com detalhes.

    O cabelo - ah, o cabelo - é o item mais trabalhado. Raspar bem o rosto ou deixar crescer a barba? Que indecisão!

    A grande pergunta é: Como as meninas gostam mais?

    O motivo de tudo isso chama-se amor. Algo diferente que faz bater o coração no cérebro, tremer as pernas, gaguejar, suar nas mãos.

    É um sentimento diferente pelo sexo oposto.

    Há pouco se digladiavam, considerando-se verdadeiros inimigos.

    Os meninos eram chatos. As meninas, umas tolas.

    Agora, aquele olhar, um simples olhar de um para o outro é capaz de os fazer alçar às nuvens.

    É belo esse período da descoberta desse doce sentimento. Não é o mesmo amor que se tem para com os pais, para com os irmãos, os avós, os amigos.

    É um sentimento que fomenta o desejo de estar ao lado do outro; que tem a capacidade de fazer sonhar de olhos abertos; de acreditar que tudo se realizará, no futuro próximo; que a felicidade é plena, rósea, permanente.

    Amor, enamorados. Gestos de carinho, olhares perdidos no vazio que, em verdade, se plenificam com a imagem do objeto do amor.

    Caixas de chocolate, flores, pequenos mimos.

    Você, que já ultrapassou a linha da adolescência;

    que está namorando a mesma pessoa há anos;

    que está casado, já é pai, avô - você recorda como eram apaixonantes aqueles dias de sonho, esperanças, castelos no ar?

    Talvez você diga que passou da idade, que adolescência é adolescência.

    Acredite: a época de amar não acaba nunca. Não importa a estação do ano.

    Quando se ama, há sempre flores e perfumes no coração.

    Por isso, neste dia dos namorados, surpreenda seu amor, mesmo que você já esteja desabituado a gestos creditados aos extremamente apaixonados.

    Mostre que você ainda é o galã dos sonhos dela. Convide-a para passear, para dançar, para um jantar.

    Saiam sozinhos. Voltem a sonhar, olhando a lua e as estrelas, que deverão estar brilhando só para vocês dois.

    Redescubra o amor que um dia os uniu.

    Ofereça flores, diga palavras de carinho, lembre como ela ainda está bonita.

    A madurez dos anos lhe fez tão bem!

    Aprume-se como um garoto saindo pela primeira vez com a namorada.

    E descubra que o amor jamais envelhece. Porque o amor é o sentimento mais sublime que Deus nos permite alcançar.

    Pense nisso! Hoje, neste dia especial!
  • Coisas que a vida ensina...

    Abr 3 2013, 17h57

    Amor não se implora, não se pede e não se espera...
    Amor se vive ou não.
    Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.

    Tolerância é uma grande virtude...principalmente com quem amamos.
    Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
    mostrar ao homem o que é fidelidade.
    Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
    As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
    Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
    Água é um santo remédio.
    Deus inventou o choro para o homem não explodir.
    Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
    Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
    A criatividade caminha junto com a falta de grana.
    Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
    Amigos de verdade nunca te abandonam.
    O carinho é a melhor arma contra o ódio.
    As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
    Há poesia em toda a criação divina.
    Deus é o maior poeta de todos os tempos.
    A música é a sobremesa da vida.
    Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
    Filhos são presentes raros.
    De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
    Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
    abrem portas para uma vida melhor.
    O amor... Ah, o amor....
    O amor quebra barreiras, une facções,
    destrói preconceitos,
    cura doenças...
    Não há vida decente sem amor!
    E é certo, quem ama, é muito amado.
    E vive a vida mais alegremente...

    © Artur da Távola
  • Glandula Timo

    Abr 3 2013, 17h50

    No centro do peito, atrás do osso onde as pessoas tocam quando dizem 'EU', existe uma pequena glândula chamada timo. Seu nome em grego, "thymos " significa energia vital. Será preciso dizer mais?





    Sim, é preciso dizer algo mais ... Porque o timo continua sendo um grande desconhecido. Ela cresce quando estamos alegres e se encolhe pela metade quando estamos estressados e mais ainda quando adoecemos.





    Se somos invadidos por micróbios ou toxinas reage imediatamente produzindo células de defesa.





    Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras e pensamentos.





    Amor e ódio a afetam profundamente.





    Os pensamentos negativos têm mais poder sobre ele que os vírus e bactérias.





    Como essa atitude negativa não existe de forma concreta, o timo tenta reagir e enfraquece diante da luta contra o invasor desconhecido e abre espaços para sintomas de baixa imunidade, como herpes.





    Uma baixa autoestima é o que mais enfraquece a defesa orgânica e é o que mais afeta a glândula TIMO, além de encolher e abrir buracos em sua aura. A melhor defesa energética, a mais eficiente proteção espiritual é uma AUTOESTIMA ELEVADA. Faça terapia, invista no autoconhecimento, ore muito e tenha fé em Deus e em si mesmo. Recuse necessidade de ser aceito, aceite-se a si mesmo independente do meio ambiente social tão medíocre e patológico.





    Em compensação os pensamentos positivos conseguem ativar todos os seus poderes, lembrando que a fé remove montanhas, ou seja, remove egos e sentimentos negativos.





    Um teste de pensamento.





    Este simples teste pode demonstrar essa conexão.





    Una o seu polegar e o dedo indicador na posição de 'ok', pressione com firmeza e peça a alguém para tentar abri-los enquanto você pensa * estou feliz. *





    Em seguida, repita com o * pensamento * Eu sou infeliz.





    A maioria das pessoas manteve a força do dedo com o pensamento feliz e enfraquece quando você pensa que é infeliz.





    Acontece que, se você quiser, você pode exercitar o timo para aumentar sua produção de riqueza e felicidade.





    Na parte da manhã ao levantar ou à noite antes de dormir:





    a) - Em pé, joelhos levemente dobrados (a distância entre os pés deve ser o mesmo ombro). Coloque o seu peso em toda sola do seu pé mas sobre os dedos e não sobre o calcanhar e mantenha todos os músculos muito relaxados.





    b) - Feche qualquer uma das mãos e começar a tocar continuamente com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo, assim uma forte e duas fracas. Siga fazendo isso de 3 a 5 minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração em toda a região torácica.





    O exercício estará atraindo o sangue e a energia para o timo, fazendo-a crescer em vitalidade e também beneficiando o pulmão, coração, brônquios e garganta.





    Ou seja, enchendo o peito de algo que era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se tornar corajoso, calmo, nutrido emocionalmente como um abraço.





    Se ficou complicado entender o exercício, pois aqui não temos imagens, faça uma massagem lenta, mas vigorosa de 3 a 5 minutos com as pontas dos 5 dedos da mão ao mesmo tempo em cima do timo diariamente. Isto o fara sentir-se bem, com mais saúde e alegria a médio prazo. Não espere resultados para ontem, persevere.
  • Apelo em favor dos animais...

    Dez 26 2012, 19h09

    A todos que vêem luzes nestas letras que traçam a evulução espiritual, tende compaixão dos pobres animais!
    Sede bons para com eles, como desejais que o Pai Celestial vos cerque de carinho e de amor!
    Não encerreis os pássaros em gaiolas... Renunciai às caçadas... acariciai os vossos animais!
    Dai-lhes remédio na enfermidade... Alimento para matar a fome... e repouso na velhice!
    Lembraivos de que os animais são seres vivos, que sentem, que pensam, que se cansam, que tem força limitada, que adoecem, que envelhecem, que sentem falta de carinho, que sentem falta de atenção!
    Os animais são nossos companheiros de existência terrestre!
    Como nós, eles vieram progredir, estudar, aprender!
    Sede seus anjos tutelares...!!!
    Sede benevolentes para com eles, como é benevolente para com todos, o nosso Pai que está nos céus!
    Que possamos contribuir para a conscientização da importância de ajudarmos os animais na sua evolução!
    Caibar Schutel
  • O Amor...

    Ago 18 2012, 15h54

    O amor é a celeste atração das almas e dos mundos, a potência divina que liga os Universos, governa-os e fecunda; o amor é o olhar de Deus!

    Não se designe com tal nome a ardente paixão que atiça os desejos carnais. Esta não passa de uma imagem, de um grosseiro simulacro do amor. O amor é o sentimento superior em que se fundem e se harmonizam todas as qualidades do coração; é o coroamento das virtudes humanas, da doçura, da caridade, da bondade; é a manifestação na alma de uma força que nos eleva acima da matéria, até alturas divinas, unindo todos os seres e despertando em nós a felicidade íntima, que se afasta extraordinariamente de todas as volúpias terrestres.

    Amar é sentir-se viver em todos e por todos, é consagrar-se ao sacrifício, até à morte, em benefício de uma causa ou de um ser. Se quiserdes saber o que é amar, considerai os grandes vultos da Humanidade e, acima de todos, o Cristo, o amor encarnado, o Cristo, para quem o amor era toda a moral e toda a religião. Não disse ele: “Amai os vossos inimigos”?

    Por essas palavras, o Cristo não exige da nossa parte uma afeição que nos seja impossível, mas sim a ausência de todo ódio, de todo desejo de vingança, uma disposição sincera para ajudar nos momentos precisos aqueles que nos atribulam, estendendo-lhes um pouco de auxílio.

    Uma espécie de misantropia, de lassidão moral por vezes afasta do resto da Humanidade os bons Espíritos. É necessário reagir contra essa tendência para o insulamento; devemos considerar tudo o que há de grande e belo no ser humano, devemos recordar-nos de todos os sinais de afeto, de todos os atos benévolos de que temos sido objeto. Que poderá ser o homem separado dos seus semelhantes, privado da família e da pátria? Um ente inútil e desgraçado. Suas faculdades estiolam-se, suas forças se enfraquecem, a tristeza invade-o. Não se pode progredir isoladamente. É imprescindível viver com os outros homens, ver neles companheiros necessários, O bom humor constitui a saúde da alma. Deixemos o nosso coração abrir-se às impressões sãs e fortes. Amemos para sermos amados!

    Se nossa simpatia deve abranger a todos os que nos rodeiam, seres e coisas, a tudo o que nos ajuda a viver e mesmo a todos os membros desconhecidos da grande família humana, que amor profundo, inalterável, não devemos aos nossos genitores: ao pai, cuja solicitude manteve a nossa infância, que por muito tempo trabalhou em aplanar a rude vereda da nossa vida; à mãe, que nos acalentou e nos reaqueceu em seu seio, que velou com ansiedade os nossos primeiros passos e as nossas primeiras dores! Com que carinhosa dedicação não deveremos rodear-lhes a velhice, reconhecer-lhes o afeto e os cuidados assíduos!

    À pátria também devemos o nosso concurso e o nosso sacrifício. Ela recolhe e transmite a herança de numerosas gerações que trabalharam e sofreram para edificar uma civilização de que recebemos os benefícios ao nascer. Como guarda dos tesouros intelectuais acumulados pelas idades, ela vela pela sua conservação, pelo seu desenvolvimento; e, como mãe generosa, os distribui por todos os seus filhos. Esse patrimônio sagrado, ciências e artes, leis, instituições, ordem e liberdade, todo esse acervo produzido pelo pensamento e pelas mãos dos homens, tudo o que constitui a riqueza, a grandeza, o gênio da nação, é compartilhado por todos. Saibamos cumprir os nossos deveres para com a pátria na medida das vantagens que auferimos. Sem ela, sem essa civilização que ela nos lega, não seríamos mais que selvagens.

    Veneremos a memória desses que têm contribuído com suas vigílias e com seus esforços para reunir e aumentar essa herança; veneremos a memória dos heróis que têm defendido a pátria nas ocasiões criticas, de todos esses que têm, até à hora da morte, proclamado a verdade, servido à justiça, e que nos transmitiram, tingidas pelo seu sangue, as liberdades, os progressos que agora gozamos.

    *

    O amor, profundo como o mar, infinito como o céu, abraça todas as criaturas. Deus é o seu foco. Assim como o Sol se projeta, sem exclusões, sobre todas as coisas e reaquece a natureza inteira, assim também o amor divino vivifica todas as almas; seus raios, penetrando através das trevas do nosso egoísmo, vão iluminar com trêmulos clarões os recônditos de cada coração humano. Todos os seres foram criados para amar. As partículas da sua moral, os germes do bem que em si repousam, fecundados pelo foco supremo, expandir-se-ão algum dia, florescerão até que todos sejam reunidos numa única comunhão do amor, numa só fraternidade universal.

    Quem quer que sejais, vós que ledes estas páginas, sabei que nos encontraremos algum dia, quer neste mundo, nas existências vindouras, quer em esfera mais elevada ou na imensidade dos espaços; sabei que somos destinados a nos influenciarmos no sentido do bem, a nos ajudarmos na ascensão comum. Filhos de Deus, membros da grande família dos Espíritos, marcados na fronte com o sinal da imortalidade, todos somos irmãos e estamos destinados a conhecermo-nos, a unirmo-nos na santa harmonia das leis e das coisas, longe das paixões e das grandezas ilusórias da Terra. Enquanto esperamos esse dia, que meu pensamento se estenda sobre vós como testemunho de terna simpatia; que ele vos ampare nas dúvidas, vos console nas dores, vos conforte nos desfalecimentos e que se junte ao vosso próprio pensamento para pedir ao Pai comum que nos auxilie a conquistar um futuro melhor.





    Autor: Léon Denis
  • Algo mais sobre "Buda"...

    Ago 18 2012, 0h28

    Siddhartha venceu a batalha contra um exército de demônios apenas pela força do seu amor e da grande compaixão que encontrou, e atingiu a grande calma que precede o desapego das emoções.
    Ele estava além de si mesmo.
    Estava além da alegria ou da dor, desapegado de todo julgamento, capaz de lembrar-se que havia sido uma garota, um golfinho, uma árvore, um macaco.
    Lembrou-se do seu primeiro nascimento e dos milhões que o sucederam.
    Ele era capaz de ver além do universo, pois havia visto a realidade suprema de todas as coisas.
    Havia compreendido que cada movimento no universo é um efeito provocado por uma causa e sabia que não existia salvação sem compaixão por todos os outros seres.
    Desse momento em diante Siddhartha passou a se chamar “O Buda”, “O Iluminado”.


    Somos todos e tudo IMPERMANENTES.
    Morremos a cada minuto. Esta é uma grande parte da vida.
    Cada vez que respiramos, morremos!
    Morremos e renascemos tantas vezes quantas forem necessárias... Só assim evoluímos!


    “Sutra do Coração” (Oração budista)


    Oh, Shariputra...
    Forma é vazio, vazio é forma.
    Nem olho, nem orelha, nem nariz, nem língua, nem corpo, nem espírito, nem cor, nem som, nem dor, nem sabor, nem tato, nem cessar da velhice na morte, nem sofrimento, nem “causa do”, nem “cessar do” sofrimento.
    Nem caminho, nem sabedoria e nem ganho...


    Assim vivem os “Bodhisattvas”, em perfeito entendimento, sem entraves ao espírito.
    Sem entraves ao espírito, portanto sem medo.
    Muito além dos pensamentos ilusórios.

    Isto é o NIRVANA!!!


    P.S. DO FILME: “O PEQUENO BUDA”

    Segundo a interpretação de um amigo...

    Imagino que a declaração: "Forma é Vazio" significa que a falta de beleza externa não tem especial significado, pois a beleza é fugaz e não significa nada.

    E a declaração: "Vazio é Forma" significa que a verdadeira beleza é a beleza da mente, são os seus pensamentos, sua alma. A beleza verdadeira não se pode ver, você pode sentir e imaginar. A Beleza realmente está dentro. Ela dá à forma a pessoa.
  • O que é real?

    Ago 17 2012, 22h54

    Possuímos na vida o que sentimos no peito. Nenhuma infelicidade é real senão em nosso pensamento e na forma como sentimos as experiências da vida. O mal ou as sombras são pontos de vista, mas não são reais. Os efeitos de uma mesma coisa podem ser diversos para inúmeras pessoas, mas isso não altera o fato, nem a realidade do mesmo. A tela de nossa vida é pintada com nossa aquarela de cores e ninguém tem culpa se insistimos, por vezes, em usar somente o preto e branco, descartando outros tons que poderiam trazer um novo colorido à nossa existência. As pessoas ao nosso lado estão reagindo de acordo com o que estão recebendo de nós e muitas vezes intensificamos nelas aquilo que mais detestamos. A realidade é uma só, mas nós só enxergamos o que queremos ver. Ninguém é culpado nem inocente, pois não existem julgamentos, mas se essas sensações estão instaladas em nós, é porque para nós são reais e se assim se dá, é porque assim queremos ver, sentir ou ouvir. Muda tua visão, tua forma de sentir e ouvir e verá um milagre acontecer em sua vida, mas esse milagre também será uma ilusão, pois não mudará a realidade, somente a tua forma de percebê-la.
  • O Centésimo Macaco

    Jul 2 2012, 0h34

    Seu ato consciente pode mudar o pensamento de toda uma nação

    Saiba que a sua consciência pode mudar tudo. O seu pensamento pode ser a energia que mudará a consciência de um país inteiro. Você pode ser o centésimo macaco. Quando tenho a sensação de que o meu esforço vai ser insignificante perante uma situação que me convida a me sentir pequeno, penso na históoria do centésimo macaco. E atuo na certeza de que o meu esforço pode transformar o mundo.

    Faça o certo, mesmo quando ninguém mais parece se importar. Algum macaco tem de ser o primeiro ou o qüinquagésimo, pois vai chegar um momento em que a sua ação criará uma energia capaz de mudar a mentalidade coletiva. O seu pequeno ato pode fazer a diferença!



    O Centésimo Macaco

    Numa ilha isolada do Pacífico, cientistas em
    comportamento animal estavam estudando uma população
    de macacos. Ensinaram uma fêmea a lavar o alimento
    (frutas) antes de comer, e ela passou a ensinar para
    os outros macacos a tarefa.

    Parece que os bichinhos acharam bom, talvez o alimento
    ficasse mais saboroso lavado, então em pouco tempo
    chegou-se ao número de 100 macacos lavando suas frutas
    antes de comer. Numa ilha distante e também isolada do
    Pacífico, outros cientistas faziam pesquisas também
    com macacos, e algo extraordinário aconteceu.

    No momento em que na primeira ilha o número de macacos
    que lavava as frutas chegou a cem, na segunda ilha os
    macacos espontaneamente começaram a lavar suas frutas!
    Isto foi observado, fotografado, e um livro foi
    escrito a respeito, chamado naturalmente O Centésimo
    Macaco. O que isso nos ensina? Que há formas sutis
    (não físicas) de estender o conhecimento.

    A coisa funciona à distância, e quando muitos
    indivíduos (cem, no caso) começam a fazer algo
    diferente com bons resultados, esse conhecimento se
    expande mesmo sem contato entre os diversos grupos.
    Pensemos em nós, nesse planeta Terra.

    Se começarmos a fazer coisas boas, sendo éticos,
    ecológicos, tendo bons pensamentos, isto se estenderá
    como uma onda para outras pessoas, mesmo que não as
    conheçamos e sem uma maneira formal de passar isso
    adiante. A nossa própria maneira de ser faz diferença!

    (Baseado no livro O Centésimo Macaco, de Ken Keyes Jr)

    "Ser a mudança que queremos ver" Ghandi