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O que parece um fim.
Set 26 2009, 13h30
Sorriem sempre quando as texturas antigas lhes tocam a pele. Viradas as costas, são lágrimas que bebem a proteção prometida. Eminentes as mãos que se tocaram e foram juntas. Pobres os corpos que são uma unidade no meio do tudo. Na imensidão desse vazio que é nada. O ninho está vazio. Escolheram trajetos sem semelhança e voaram as andorinhas, para longe do carinho de cada um.

