Biografia

O quarteto gaúcho Selton chega ao terceiro disco com um objetivo bem definido: conquistar os palcos do Brasil.

Em oito anos, eles montaram a banda, amealharam fãs, engordaram a agenda de shows, emplacaram músicas nas rádios e clipes na MTV. Mas tudo isso a quilômetros de casa, na Itália.

Não à toa, o nome do recém-lançado álbum do grupo, que será apresentado na Capital em maio, é Saudade. Ramiro Levy (voz, guitarra e ukulele), Daniel Plentz (bateria e voz), Ricardo Fischmann (voz, teclado e guitarra) e Eduardo Stein (baixo e voz) foram colegas no Colégio Israelita, em Porto Alegre. Durante a faculdade, resolveram fazer intercâmbio: cada um estava em viagem pela Europa, e acabaram se encontrando em Barcelona. Então, eles, que nunca haviam tocado juntos, fundaram a banda para poder bancar o aluguel.

Em 2010, a banda lançou o disco Selton, com 13 músicas próprias e produção de Tommaso Colliva, conhecido por trabalhos com as bandas Muse e Franz Ferdinand. E agora, finalizado por meio de um projeto de financiamento coletivo, Saudade reúne composições em inglês, italiano e português e conta com a participação do multi-instrumentista Arto Lindsay e do compositor italiano Dente. Os destaques do terceiro álbum são as músicas Drunken Sunshine, que acaba de ser lançada como single e com clipe no YouTube (acima, na versão em italiano, Piccola Sbronza), e a canção Qui Nem Jiló (Saudade), homenagem ao rei do baião Luiz Gonzaga, que poderão ser conferidas no show marcado para 27 de maio, no Opinião. A apresentação integra a turnê brasileira da Selton, que faz uma média de cem shows por ano por quase toda a Itália, já tendo passado por Portugal, Espanha, Bélgica, República Checa e também pelo Brasil. Mas, desta vez, a banda está investindo mais tempo e energia para conquistar o público do país: o quarteto conta com uma agente brasileira para a divulgação do novo disco e ampliou o número de shows da turnê nacional.

– É uma sensação estranha e, ao mesmo tempo, muito estimulante para a gente. Quando saímos de Porto Alegre, há oito anos, nem sequer imaginávamos que a banda viesse a existir. Hoje, a Selton é o centro das nossas vidas e, pela primeira vez, está começando a chegar no Brasil de maneira mais sólida – diz Ramiro.



SELTON’S BANANA A MILANESA ITALIAN RELEASE

“Banana à milanesa” è il disco d’esordio della band brasiliana Selton. Pensato e registrato a Milano negli studi dell’Istituto Barlumen, è un ponte diretto tra la capitale lombarda e il Brasile: si tratta, infatti, di una raccolta di cover di Enzo Jannacci e Cochi e Renato più due originali (“Banana à milanesa” e “La cosa rosa”). Enzo Jannacci è presente in due brani (“Pedro pedreiro” e “Silvano”), così come Cochi e Renato (“Malpensa” e “La canzone intelligente”).

L’incontro tra i quattro giovanissimi brasiliani e i tre “vecchi” milanesi ha prodotto questo omaggio alla tradizione surreale degli anni ’60 e ’70 con classici come “Ho visto un re”, “E la vita l’è bela”, “Giovanni telegrafista”, “La gallina” e “Vengo anch’io” risuonati in chiave rock e tradotti in portoghese. Nel disco non sono stati usati strumenti digitali. Le uniche tracce originali sono “Banana à milanesa” e “La cosa rosa”.

La storia dei Selton comincia al Parc Guell di Barcellona, dove i quattro amici si esibiscono per i turisti cantando e suonando le canzoni dei Beatles. Vengono notati dall’Istituto Barlumen, in Spagna per il programma TV di Fabio Volo “Italo (Spagnolo)” e subito invitati come ospiti. In seguito si trasferiscono a Milano per lavorare con l’Istituto Barlumen al progetto “Banana à milanesa”. La band sceglie un gruppo di canzoni e comincia a lavorare alla traduzione dei testi, riuscendo nell’impresa di trasferire la vena surreale di Jannacci in lingua portoghese.

Editado por leoavalon em Jan 23 2015, 19h12

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