Biografia

Os braços frágeis empunhando um violão poderiam dar a entender que Pauline Croze vem da família das Jane Birkin e das Carla Bruni, de vozes diáfanas e timidez nos acordes. Mas é justamente o contrário, um timbre intenso, levemente velado, rouco, grave, sensual, que atravessa o primeiro álbum, que leva o seu nome, lançado em 2005. Uma maravilhosa poesia muitas vezes realista, feita de cicatrizes, dores e alegrias, de histórias de seres que sofrem. Baladas e canções nunca melosas marcadas por uma guitarra bruta, seca, em melodias cheias de ritmo nas quais se mesclam “síncopes africanas, sensualidade brasileira, orgulho andaluz, embalo jamaicano e um toque de saudade cabo-verdiana […]”, segundo Édith Fambuena, que fez os arranjos e dirigiu esse primeiro disco.

Bem antes desse disco, Pauline Croze tinha sacudido as salas de toda a França. Palcos onde seu talento, como o de Camille, brilha à luz do dia. Assim, nenhuma das duas esperou a saída de seus discos para se tornarem conhecidas. O “de boca-em-boca” e a multiplicação do número de shows fez com que se tornassem conhecidas. Hoje, as duas viajam pelo mundo com o programa “Génération Musiques”, da Associação Francesa de Ação Artística (AFAA), na Argentina e no Brasil em abril de 2006 para Camille, no Brasil, no Haiti e no México para Pauline Croze de abril a junho (e também na Europa, no Líbano e nos Estados-Unidos).

Editado por annaquaglio em Jul 14 2007, 23h31

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