Biografia
O GMS começou quando Riktam e Bansi se conheceram no colegial, aos 14 anos em Amsterdam/Holanda. Os dois adoravam música eletrônica, e então os dois resolveram abandonar os estudos e se dedicar à música. “Nós realmente não descobríamos o que nós realmente gostávamos na escola”, disse Riktam. “Queríamos nos focar em música, então começamos como djs. Sentimos que era a coisa certa para nós”.
Mesmo sendo muito jovens para entrar legalmente em clubes noturnos, Riktam e Bansi rodaram pelos clubes em Amsterdam. Na maioria das vezes, tinham que entrar pelas portas dos fundos para evitar as autoridades. Enquanto tocavam, recebiam aplausos dos clubbers que viam dois garotos detonando nas pick ups.
Assim foi nos anos 90 e a cena club/rave de Amsterdam em suas infâncias. Dois anos depois, Riktam e Bansi viajaram para Goa… “Foi lá que ficamos famosos”, sorriu Riktam.
Foi neste paraíso Indiano que o GoaTrance entrou nas almas dos, então, dois garotos de 16 anos. Em Goa, Riktam e Bansi tocaram nas mais agitadas festas de suas jovens vidas. Essa experiência foi inesquecível para eles, além de render gigs subseqüentes por toda a Europa.
“Era novo para todo mundo, basicamente”, explicou Riktam, sobre a influência GoaTrance que foi a base do som do GMS. “Nós também ficamos atraidos pela forma que as pessoas se divertiam nas festas e a forma que reagiam. Era uma coisa muito nova para nós também”.
Quando Riktam e Bansi voltaram para Amsterdam, um de seus amigos tinha comprado algums equipamentos de gravação. Não só nasceu suas carreiras de produtores musicais, como também o nome do grupo. Riktam disse: “O nome GMS define nossa música. Eu acho que o Bansi inventou o nome, porque um dos sons do sintetizador chamava-se growler. Nós gostamos e pegou”.
Depois de alguns singles, GMS lançaram seu primeiro álbum, o Chaos Laboratory (Alien News Records), o qual foi gravado com outro então membro do grupo GMS, Sebastian Claro, que saiu depois de 2 anos. Este álbum definiu o GMS como artistas de primeiro plano na cena psytrance e apenas deu uma dica do que ainda viria.
Em 1997, Riktam e Bansi se mudaram para a ensolarada ilha de Ibiza, na costa leste da Espanha, ao sul da França, onde montaram um stúdio de gravação rústico, que em 1998 inspirou a “Growly Family”. “A Ilha tem sido nossa inspiração”, afirma Riktam.
Em 2000, Riktam e Bansi fundaram a SPUN Records com seu então parceiro, Seth Hoffman, e lançaram GMS vs Systembusters e em 2002, The Hits e No Rules. 2003 lançaram o The Remixes, um álbum com grandes nomes do psytrance, como Infected Mushroom e Hallucinogen.
A SPUN tinha dois propósitos: servir de origem para as músicas do GMS e também um “quartel” para recrutar talentos promissores. “Nós estávamos lançando músicas com diversos Labels desde alguns anos” diz Riktam. “Nós pensamos sobre quanto que os Labels ganhavam e quanto nós ganhavamos. Foi mais sábio ter nosso próprio Label, assim podíamos nos ajudar mais e a outros artistas e amigos na cena trance”.
No meio da sua emplacável agenda, em que o GMS sempre estava para tocar em algum lugar da Europa, Ásia e América do Norte, Riktam e Bansi completaram seu sétimo e último álbum, o Emergency Broadcast System. Todas as músicas deste álbum foram “afinadas” em suas performances ao vivo. “Nós trabalhamos juntos a tanto tempo que nós temos nossa própria forma de trabalhar. Nós viajamos com dois laptops e fazemos música enquanto estamos em turnê. Estamos sempre escrevendo e tocando novas idéias enquanto nos apresentamos”.
Com suas músicas quase onipresentes, até mesmo Hollywood experimentou GMS em 2004, licenciando músicas para o filme Man On Fire com Denzel Washington, e se voce ligar a tv em qualquer canal de esportes em qualquer lugar do mundo, as chances são boas de escutar músicas do GMS, no fundo do som.
Tendo se “graduado” entre tocar em clubes pequenos para se apresentar em mega festivais como South África 2000 (África do Sul), Voov Festival (Alemanha), Boom Festival (Portugal), Zoom (Suíça), Solstice (Japão), Vision Quest (Japão), Samotraki (Grécia) e outros, o GMS não descansa sobre seu triunfo. Como sua legião de seguidores só cresce, estão sempre refinando seu Live e buscando o limite.
“Demorou para chegarmos onde estamos agora”, disse Riktam. “Deu bastante trabalho e muito tempo de estúdio. No fim, somos prova viva de que trabalhar duro recompensa”.
Editado por cabelux em Jan 30 2008, 14h00
Os usuários registrados podem editar esta página. Inscreva-se agora, é grátis, e você descobrirá muitas músicas legais :)
Todos os textos enviados pelos usuários nesta página estão disponíveis sob a licença Creative Commons Attribution/Share-Alike.
Os textos também estão disponíveis sob a Licença de documentação livre GNU.
Ficha do artista (?)
Não existe informação sobre este artista
Você está vendo a versão 4. Veja versões mais antigas, ou discuta esta wiki.
Você também pode ver uma lista de todas as alterações recentes na wiki.