Biografia

Vindo de Estocolmo, Suécia, a formação original do DISMEMBER começou em 1988 como um trio. Naquela época o DISMEMBER consistia do guitarrista David Blomqvist, o vocalista/baixista Robert Sennebäck e o baterista Fred Estby e em um período de 18 meses eles lançaram 2 demos, “Dismember” e “Last Blasphemies”. Ambas as fitas tornaram-se extremamente popular e estabeleceram o nome da banda como um das maiores esperanças do Death Metal. Apesar do sucesso inicial da banda, a formação original se separou em Outubro de 1989, quando o baterista Fred Estby deixou a banda para tocar no Carnage, na época outra banda sueca que prometia, e contava com o vocalista Matti Kärki, o baixista Johnny Dordevic (que veio a se tornar vocalista do Entombed) e o guitarrista Michael Ammot (que depois se juntou ao Carcass). No final de 1989 o Carnage assinou um contrato de um álbum com a Necrosis/Earache Records e pouco antes de entrarem no famoso Sunlight Studios para gravar o álbum, o ex-companheiro de Estby no DISMEMBER, o guitarrista Blomqvist (como segundo guitarrista), que tinha acabado de deixar a vaga de baixista no Entombed, se juntou ao Carnage.

“Dark Recollections” foi lançado como um Split CD com a banda norueguesa Cadaver no início de 1991 e foi imediatamente aclamado como um dos mais intensos e brutais álbuns já gravados. Infelizmente também foi também o último álbum do Carnage, já que o fundador da banda, Amott, desistiu dela para tocar no Carcass. Os membros restantes, Estby, Kärki e Blomqvist decidiram ressucitar o DISMEMBER.

Como um trio eles gravaram uma terceira demo, “Reborn In Blasphemy”, que mostrou ainda mais o talento do grupo de compor material extremamente pesado. Depois dessa fita, Sennebäck retornou para a banda assumindo a segunda guitarra, tendo deixado o até então sem gravadora Unleashed. O último a se juntar à banda foi o baixista Richard Cabeza que deixara sua banda, o Carbonized. Com a formação completa eles receberam algumas ofertas de gravadoras e decidiram assinar com a alemã Nuclear Blast Records. Eles fizeram sua estréia com duas músicas de sua demo “Reborn…” na famosa coletânea “Death is Just the Beginning”.

No início de 1991 o DISMEMBER voltou ao Sunlight Studios e gravou seu primeiro álbum, “Like an Ever Flowing Stream”. O lançamento do álbum em Maio de 1991 foi seguido por ótimas críticas em toda imprensa especializada. Em Junho de 1991 eles fizeram sua primeira turnê européia, com o Morbid Angel, mas que acabou mais cedo devido a discordâncias com a banda principal. O DISMEMBER voltou para a Suécia. Em março de 1992 o DISMEMBER lançou um EP de 5 faixas chamado “Pieces”. Este EP reforçou a reputação deles como uma das principais bandas de Death Metal da Suécia.

Em Julho de 1992 o DISMEMBER foi acusado de obcenidade na Côrte de Great Yarmouth, Norfolk, Inglaterra, aonde as letras da banda para a música Skin Her Alive foram descritas como “terríveis, assustadoras e repulsivas… podendo incitar violências aos ouvintes”. Felizmente o juíz decidiu que as letras não incentivavam a violência. Com uma visão ainda mais cínica das ridículas leis contra obcenidades, o DISMEMBER começou a trabalhar em seu próximo álbum, “Indecent and Obscene”, que provou que os suecos não iriam pisar no freio. O produto da boa cooperação com o produtor Tomas Skogsberg fez do álbum mais um marco na fantástica história do quinteto. O álbum mostrou a banda mais madura e acessível do que nos lançamentos anteriores, mas sem se esquecer de suas origens. O EP de três faixas “Casket Garden” foi lançado em Fevereiro de 1995, e especialmente a faixa-título foi bem marcante. O DISMEMBER lançou seu terceiro full-lenght, “Massive Killing Capacity” em Agosto de 1995. O álbum mostrou os suecos em melhores condições do que nunca. Mais maduros e fazendo um som mais pesado, o DISMEMBER tinha finalmente encontrado seu estilo.

Após um curto espaço de tempo os suecos retornaram com uma vingança em 1997 com o single “Misanthropic” e o álbum, “Death Metal”, mostrou à emergente segunda geração do Death Metal que o DISMEMBER ainda é uma força sempre presente.

Então, dois anos se passaram e o DISMEMBER voltou novamente com um novo álbum, “Hate Campaign”, que tem todas as qualidades de um verdadeiro clássico. A banda conseguiu, mais uma vez, melhorar seu talento instintivo para escrever boas músicas e agora com “Hate Campaign”, um impiedoso, pulverizante álbum de Death Metal enriquecido por melodias e riffs altamente acessíveis.

Editado por [usuário excluído] em Out 30 2011, 18h06

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