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Deus e o Diabo
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Deus e o Diabo é Thiane Nunes & Rafael Martinelli (Vocais), Marcelo & Maurício Carpes (Guitarra e Bateria), Guilherme Klamt (Baixo), Alex Osterkamp (Violão) e Desirée Marantes (violinos).
DEUS E O DIABO tem início em 1998, com Martinelli, Klamt, Maurício e Marcelo. Em 97, todos eram “Vestido de Mulher”. Já como DEUS E O DIABO iniciam uma série de shows e novas criações. Todas as composições são próprias, em português. Na primeira fase, a banda tem a participação de Cristiano Rosa, que introduz o sampler nas canções. Em 98 vencem o Garagito, como banda revelação. Nessa época, os shows são marcados por perfomances niilísticas e apológicas. Apresentações do tipo “bêbados tocando qualquer nota” são mescladas com shows antológicos e precisos - sempre longe da rotina de escritório. A crítica não especializada aponta sexismo, hostilidade e desilusão amorosa na mensagem.
A primeira fase passa.
Em 99 entra Thiane Nunes, contrabaixo da extinta banda Slide. Com a saída de Crosa, a bela passa a operar também os efeitos e, posteriormente, vocais. Nessa fase, é lançado o primeiro trabalho: um single com as músicas HIV, Iceberg, Ambulância e Cocaína. Os sons retratam apenas o período inicial. As músicas Iceberg e Cocaína são tocadas nas rádios, esporadicamente. Depois de algumas apresentações com a nova formação e bons espetáculos (“Tributo à Putaria” é um exemplo, com inserção de vídeos autorais, pornôs do início do século XX e montagens pornográficas)
DEUS E O DIABO tem início em 1998, com Martinelli, Klamt, Maurício e Marcelo. Em 97, todos eram “Vestido de Mulher”. Já como DEUS E O DIABO iniciam uma série de shows e novas criações. Todas as composições são próprias, em português. Na primeira fase, a banda tem a participação de Cristiano Rosa, que introduz o sampler nas canções. Em 98 vencem o Garagito, como banda revelação. Nessa época, os shows são marcados por perfomances niilísticas e apológicas. Apresentações do tipo “bêbados tocando qualquer nota” são mescladas com shows antológicos e precisos - sempre longe da rotina de escritório. A crítica não especializada aponta sexismo, hostilidade e desilusão amorosa na mensagem.
A primeira fase passa.
Em 99 entra Thiane Nunes, contrabaixo da extinta banda Slide. Com a saída de Crosa, a bela passa a operar também os efeitos e, posteriormente, vocais. Nessa fase, é lançado o primeiro trabalho: um single com as músicas HIV, Iceberg, Ambulância e Cocaína. Os sons retratam apenas o período inicial. As músicas Iceberg e Cocaína são tocadas nas rádios, esporadicamente. Depois de algumas apresentações com a nova formação e bons espetáculos (“Tributo à Putaria” é um exemplo, com inserção de vídeos autorais, pornôs do início do século XX e montagens pornográficas)
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