Em 1986, os noruegueses Gylve Nagell, Ted Skjellum, Ivar Enger e
Dag Nilsen formaram a banda Black Death. Logo antes de seu primeiro lançamento, “
Soulside Journey”, a banda mudou seu nome para Darkthrone. Com a orientação de seu amigo
Euronymous, do famoso
Mayhem, o Darkthrone decidiu que era hora de uma imagem mais nova e sombria. Assim como seus companheiros do
black metal, eles cobriram suas caras com
corpse paint e mudaram seus nomes para representar a maldade de sua música. Nagell se tornou
Fenriz, Skjellum se tornou
Nocturno Culto, e Enger adotou o nome
Zephyrous. Nilsen deixou a banda, mas não antes de gravar o baixo do terceiro álbum, “
A Blaze in the Northern Sky”. O álbum estabeleceu o Darkthrone como um criador do gênero junto com outras bandas escandinavas de
black metal como
Mayhem,
Emperor e
Satyricon. Os próximos dois álbums, “
Under a Funeral Moon” e “
Transylvanian Hunger”, também estão em muitas listas de obrigatórios do gênero. O Darkthrone é conhecido por criar álbums que soam crus e sujos. Até mesmo quando equipamentos modernos e orçamentos de gravação estavam disponíveis para que eles tivessem uma melhor produção, eles iam longe para fazer seus álbuns soarem como se tivessem sido gravados numa garagem. Em 1994, o Darkthrone trocou o selo Peacville pelo selo norueguês local Moonfog, pertencente ao
Satyr do
Satyricon, e lançaram o que eles chamaram de tributo máximo ao
Celtic Frost, “
Panzerfaust”. Depois da gravação desse álbum, Zephyrous sumiu para nunca mais ser visto, como dizem os rumores. A seqüência, “
Total Death”, foi gravada somente por Fenriz e Nocturno Culto. Esses dois reuniram depois algumas sessões antigas, adicionaram vocais e lançaram o “
Goat Lord”. Em 1998, o Darkthrone lançou o “
Ravishing Grimness”, continuando na vertente do
thrash /
black metal old school.
- Kevin Odle, All Music Guide
Os usuários registrados podem editar esta página. Inscreva-se agora, é grátis, e você descobrirá muitas músicas legais :)