Biografia
O Cathedral, subseqüentemente, fez uma tour pelo Reino Unido e Europa acompanhando lendas do doom metal como St. Vitus, os heróis do hardcore japonês SOB, os britânicos do Paradise Lost e os deathsters do Morbid Angel, antes de começar a trabalhar no seu álbum debute para o selo Earache. Com Mockrie tendo deixado a banda, gravaram o LP com um baterista convidado, Mike Smail, fundador das bandas Penance e Dream Death. O álbum resultante, ‘Forest of Equilibrium’, foi lançado no final de 1991, sendo recebido muito bem pela mídia e público, estabelecendo o Cathedral como uma importante banda de metal contemporânea.
Os elementos doomicos se tornaram um sucesso entre os fãs, apesar de o álbum deixar muita gente estupefata com a aparente mudança de Dorrian e suas raízes hardcore. O fato era que o cantor já tinha estado em outras bandas de doom mais antigas, e Cathedral era uma progressão natural.
Com o recrutamento do baterista permanente Mark Ramsey Wharton, a banda construiu o seu crescimento em aparições durante 1992 na celebradas Tour Européia ‘Gods of Grind’ e na igualmente bem-sucedida Tour Americana ‘Campaign For Musical Destruction’ (em que tocaram Carcass, Entombed e Confessor, mais tarde Napalm Death, Carcass e Brutal Truth), e também no lançamento no começo de 92 do EP ‘Soul Sacrifice’. O single era uma forte indicação da direção para onde a banda caminhava, com a produção colocando peso em faixas como ‘Autummn Twilight’. O Ano terminou com a banda assinando um contrato de gravação para os EUA com a Columbia Records, e fazendo tours em Israel e Alemanha. Contudo, no processo a banda perdeu os serviços de Griff que saiu por motivos pessoais.
O Cathedral então se preparou para uma investida furiosa em seu segundo álbum, ‘The Ethereal Mirror’. Produzido por Dave Bianco (que no passado trabalhou com Trouble, Danzig e Mick Jagger), no Manor Studios, em Oxfordshire. A banda se meteu numa tour ocupadíssima (nos EUA com Fight, King Diamond e Mercyful Fate, na Europa headliner com o Sleep in Tow, da Earache).
Com a banda agora sendo aceitada pela imprensa americana, o álbum destruiu tudo em seu despertar enquanto a imprensa britânica finalmente cavava mais o peso da verdade. Críticos decretaram que eles eram a última grande esperança para o metal britânico, a única banda que poderia clamar a coroa segurada por tantos anos por monstros como Judas Priest e Iron Maiden.
O Cathedral imediatamente confundiu todos com o EP ‘Statik Majik’, incluindo a faixa mais ambiciosa já gravada, ‘The Voyage of the Homeless Sapien’, com duração de 23 minutos, mostrando uma banda totalmente experimental.
O guitarrista Adam Lehan e o baterista Mark Wharton deixaram a banda após a tour do Mercyful Fate nos EUA. Lee Dorrian admitiu que a dupla se tornara exaustiva, mental e fisicamente nas tours extensivas ocorridas. Rapidamente vieram o guitarrista Victor griffin (ex-Pentagrama) e o baterista Joe Hasselvander. Essa line up se incumbiu do sonho de abrirem para o Black Sabbath em tour européia, impressionando audiências com suas performances entusiásticas no palco e ensinando aos velhos mestres uma coisa ou duas sobre metal comtemporâneo durante o percurso.
Em 95 o Cathedral começou a trabalhar em seu terceiro LP com os novos membros Leo Smee e Brian Dixon, produzindo ‘The Carnival Bizarre’, confiando no som do metal clássico firme dos anos noventa com riffs poderosos e a voz carismática de Lee Dorrian pra fazer um verdadeiro álbum memorável. Descrevendo ‘The Carnival Bizarre’, o frontman replica tipicamente obscuro: “É melhor aderir à voz do mortuário cósmico. A humanidade está condenada - deleitada no armageddom. O Metal é o único mestre agora! Condene ou seja condenado.”
Fonte :
(Cópia de biografia autorizada)
http://whiplash.net/materias/biografias/038565-cathedral.html
Editado por Toothgnip em Fev 14 2008, 13h25
Fontes (ver histórico)
Fonte: http://whiplash.net
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