Camille
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Camille – Mars Is No Fun
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Biografia
Como Carla Bruni, mas sem sua superexposição, Camille é uma voz em evidência na cena musical francesa, mais ousada e experimental do que a da primeira-dama —até demais para ouvidos acostumados ao pop tradicional.
“Comecei cantando melodias, mas um dia pensei: ‘Posso fazer muito mais com a minha voz, posso relacioná-la com algo bem primário’. E comecei a usá-la como um instrumento”, diz a cantora por telefone à Folha.
E é essa a idéia central de seu terceiro e recém-lançado disco, “Music Hole”. Camille Dalmais, 30, fez sua estréia com “Le Sac des Filles”, em 2002, depois de um período se apresentando em casas de jazz parisienses.
Depois chamou a atenção cantando com o Nouvelle Vague, grupo que transportou clássicos do pós-punk e da new wave para a bossa nova, com o qual ela se apresentou no Brasil em 2005.
No mesmo ano, voltou à carreira solo e lançou o elogiado “Le Fil”, disco em que uma única nota conectava as 15 faixas. Impulsionado pela canção “Ta Douleur”, vendeu mais de 500 mil cópias na França. Em 2006, Camille fez o show do “Le Fil” em São Paulo, Recife e Rio.
Conceitual
Agora, diz retornar menos introspectiva e mais explosiva em “Music Hole”. “”Le Fil” é um álbum conceitual. Eu estava pensando em contar uma história e não fazer uma performance no palco”, diz.
“Mas, para mim, a música é só um começo, é um laboratório para um projeto de show.” Dona de apresentações performáticas, com interação com a platéia e sons percussivos extraídos do seu próprio corpo, Camille estudou balé e se arriscou como atriz em “Les Morsures de l’Aube” (2001), filme com Asia Argento no elenco.
“Comecei cantando melodias, mas um dia pensei: ‘Posso fazer muito mais com a minha voz, posso relacioná-la com algo bem primário’. E comecei a usá-la como um instrumento”, diz a cantora por telefone à Folha.
E é essa a idéia central de seu terceiro e recém-lançado disco, “Music Hole”. Camille Dalmais, 30, fez sua estréia com “Le Sac des Filles”, em 2002, depois de um período se apresentando em casas de jazz parisienses.
Depois chamou a atenção cantando com o Nouvelle Vague, grupo que transportou clássicos do pós-punk e da new wave para a bossa nova, com o qual ela se apresentou no Brasil em 2005.
No mesmo ano, voltou à carreira solo e lançou o elogiado “Le Fil”, disco em que uma única nota conectava as 15 faixas. Impulsionado pela canção “Ta Douleur”, vendeu mais de 500 mil cópias na França. Em 2006, Camille fez o show do “Le Fil” em São Paulo, Recife e Rio.
Conceitual
Agora, diz retornar menos introspectiva e mais explosiva em “Music Hole”. “”Le Fil” é um álbum conceitual. Eu estava pensando em contar uma história e não fazer uma performance no palco”, diz.
“Mas, para mim, a música é só um começo, é um laboratório para um projeto de show.” Dona de apresentações performáticas, com interação com a platéia e sons percussivos extraídos do seu próprio corpo, Camille estudou balé e se arriscou como atriz em “Les Morsures de l’Aube” (2001), filme com Asia Argento no elenco.
Vídeos
Principais álbuns
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Le Fil
196.228 ouvintes18 faixas
Lançamento:
-
Le Sac Des Filles
94.993 ouvintes11 faixas
Lançamento:
-
Ilo Veyou
12.876 ouvintes16 faixas
Lançamento:
-
Music Hole
51.267 ouvintes12 faixas
Lançamento:
Tendência musical
321.334ouvintes no total
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Tendência de ouvintes recentes:
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