Nascido em Beja, em 75, António Zambujo cedo descobriu a sua paixão pela música, tendo começado a estudar clarinete com apenas 8 anos, no Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Mas não seria a música clássica que arrebataria definitivamente o coração de Zambujo.
Os cantares alentejanos e o fado rapidamente se tornaram paixões sendo Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro, João Ferreira Rosa e Max as suas principais referências.

Com apenas 16 anos ganha um concurso local de fado, mas só quando se muda para Lisboa, terminados os estudos de clarinete, é convidado por Mário Pacheco para incluir o prestigiado Clube do Fado, em Alfama.
Daí a conseguir um dos papéis em “Amália”, de Filipe La Féria foi um instante.
O carinho e reconhecimento do público foram imediatos.

2002 marca a sua estreia nos álbuns em nome próprio - “O mesmo Fado”, trabalho muito bem recebido pelo público e crítica, e em 2004 chega “Por meu cante”, uma viagem pelo fado tradicional e os cantares da sua infância, que o consolida como grande nova voz da música portuguesa.

Reconhecendo isso mesmo, a Fundação Amália Rodrigues concede-lhe, em 2006, o Prémio Amália na categoria de Melhor Intérprete Masculino de Fado.

Editado por anacrish em Jun 29 2009, 13h01

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