• Setlist Keane 10/03/2009

    Mar 16 2009, 0h33 por Diegorsantos

  • Olê, olê, olê, olê...

    Mar 13 2009, 23h38 por mc___

    Terça 10 Mar – Keane

    Tudo começou com o Fresno, com eles falando a honra que era estar abrindo um show pra uma banda que eles são "fãs para caralho.". O palavreado não combinava com o show, e eles também não. Não gosto de Fresno, e acho que foi uma escolha errada, mas já que eles se dizem tão fãs deles, acho até "perdoável". Mas tenho que admitir que quando o vocalista abandonou a guitarra para tocar piano, eu falei "ô sai dai Tim!"

    O show durou meia-hora. Depois disso e de alguns ajustes dos instrumentos o Keane finalmente entrou no palco. Eu não acreditava. Keane é a minha banda favorita, era um sonho para mim estar lá. Ver eles chegando no palco, "dando um oi" pro público parecia tão surreal que eu achava que estava assistsindo um DVD.

    Tudo foi absolutamente perfeito, o português enrolado do Tom contagiou o público, e o "oê, oê, oê, oê, Keanê, Keanê!" contagiou a banda. Toda vez que o público (que conseguiu lotar o Credicard Hall) gritava o tal grito de guerra a cara que eles faziam era totalmente incrível. Parecia que eles estavam tão felizes por estar ali como nós estávamos.

    O Tom pula, corre, dança, deita no chão, estenda a mão ao público, vai bem perto dele e o contagia. Nas vezes que chegou perto de mim eu chorei, gritei, sorri, enfim. Até o tímido Jesse se soltou nesse show. Acho que ele também gostou da reação do público.

    O tim toca piano que nem um louco, ele mesmo diz isso, mas ele toca bem. MUITO bem. E isso ninguém pode negar. O Richard tocava bateria como se não houvesse amanhã, sorrindo o tempo todo. Eles são simplesmente perfeitos. Tocaram todas as músicas perfeitas. Eu chorei (óbvio) na terceira música (Bend and Break), pois eu não acreditava que eu estava ali, vendo meus ídolos tocarem, chorei na seqüencia Try Again e Sunshine, porque eu simplesmente as amo demais (mas eu também amo muito todas as outras músicas) e chorei em Bedshaped, porque eles sempre tocam essa música por último, e eu lembrei que o meu sonho, o momento mais feliz da minha vida, tinha, infelizmente, chegado ao fim.

    Mas valeu a pena. Só estando lá para entender a emoção que é tudo aquilo. Ver sua banda favorita e a energia demasiada do público. Pular, gritar todas as suas músicas favoritas, ver seus ídolos de perto. Tudo isso não tem preço algum, marcou a minha vida e vai deixar saudades. (Tomara que não por muito tempo, mas se depender das palavras de Tom Chaplin, não demorará muito para eu fazer a próxima crítica do show do Keane.)
  • Keane

    Mar 13 2009, 21h11 por gregorioaf

    Terça 10 Mar – Keane Após semanas de expectativa, um congestionamento na capital paulista e um curto show do Fresno, finalmente pude assistir o Keane ao vivo, no Credicard Hall, em São Paulo.

    De cara, abriram o show com The Lovers Are Losing, minha favorita. Everybody's Changing fez todo mundo cantar, deixando a banda visivelmente emocionada. Mas foi na quarta música, Nothing In My Way, que fiquei realmente arrepiado.

    O vocalista Tom Chaplin desempenhou muito bem o papel de frontman. Andando de um lado para o outro o tempo todo, interagindo com a platéia, e falando várias frases em português. "Esse país é o coração do mundo!", disse em determinado momento do show, após beijar a bandeira brasileira.

    O setlist equilibrou músicas dos 3 álbuns da banda, algumas delas em versões acústicas. Parecia que todas as canções eram hits. A reação da platéia a cada uma delas foi realmente impressionante.

    Após cerca de 1 hora e 40 minutos, se despediram, agradecendo a todos e prometendo voltar mais vezes. E se eles voltarem, estarei lá.
  • [Keane] Como se fosse necessário descrever…

    Mar 13 2009, 17h02 por marcelomasili

    Tue 10 Mar – Keane

    Show do Keane é exatamente o que aconteceu neste último dia 10: essencialmente uma galera muito educada (muito nerd de óculos, muita menina baixinha e com cara de fundão, uma meia dúzia de “não sei o que estou fazendo aqui”, e algumas várias famílias). Uma dezeninha de emos curtiu o show do Fresno quando lhes foi permitido. Por sinal, não vaiaram a banda - como eu disse, eram pessoas educadas. Porém, no que não se bate, se ri, e piadas não faltaram durante o show de abertura. De fato, é pra ser temida essa geração de mimimis.

    E quando o Keane entrou no palco - dessa vez o volume estava ótimo, é importante que se diga - rolou uma histeria digna da consciência da galera. Creio que como eu, os outros 5,5 mil que estavam lá pensaram exatamente a mesma coisa: “Os dois shows meio vazios da outra vez tornaram-se um único show bem cheinho, e como pelo jeito só nós somos os fãs desses caras, vamos nos esgoelar pra que eles saibam disso”.

    Nem foi preciso. O quarteto (sim, há um baixista, e também há sintetizadores, guitarra, violão e o que mais for necessário para poder tocar o “Perfect Symmetry” com todos os seus frufrus) sabia exatamente onde estava. Novamente, além dos trocentos hits derramados simpaticamente sobre os paulistas, não faltaram declarações de amor de Tom Chaplin ao país e à cidade. Li hoje que os outros integrantes da banda, perto dele, são meros coadjuvantes. Mentira. Tim Rice-Oxley e Richard Hughes dão seu show, com destaque pra Rice-Oxley, que parece possuído a cada música, espancando sem dó seu piano, teclado ou o que seja. Chris Martin sentiria muita inveja.

    Mas o que vale em resumo: foi um showzásso, de novo. E hoje, na mesma ou em outra matéria, foi dito que a banda ainda luta para sair da segunda divisão das ótimas bandas inglesas, e que pontos pra isso não faltam. Pra mim, eles já cumprem tabela há tempos, e com ou sem mídia a favor (esse sim o grande divisor do que é ou não difundido), o Keane já tem torcida e grito de guerra por aqui.

    Mais em 3Minutos.
  • Perfect Symmetry

    Mar 12 2009, 0h14 por mascaro

    Terça 10 Mar – Keane

    Surpreendente. Talvez essa seja a melhor palavra para descrever o show do Keane que assisti ontem, em um Credicard Hall quase lotado. O (quarteto) trio do Reino Unido é conhecido por suas semi-baladas de piano, em uma época em que a banda ainda explorava uma formação enxuta, sem baixo e nem guitarras. Um pouco diferente daquele passado (não muito distante), o que vemos hoje é uma banda humilde, com muita vontade de ser grande. As músicas do disco novo ganharam baixo, guitarra e uma boa pitada dos anos 80. Ao vivo ficam grandiosas, lembrando hinos do U2 apresentados em estádios lotados mundo afora. As músicas mais antigas (os sucessos) deixam de ser singelas baladas de piano, e ganham uma potência inacreditável, compreensível com tamanha presença de palco que tem o vocalista Tom Chaplin. Alias, a presença de palco deste cara é um show à parte. Tirando os poucos momentos em que também toca guitarra (nas faixas do cd novo), Tom não para quieto um minuto, corre pra lá e pra cá, canta nos cantos do palco, e encanta a platéia que esperou mais 2 anos por um novo show da banda no Brasil. Com um show de 1h40, e repertório eclético que passeou pelos 3 discos, o show teve até direito ao cover de Under Pressure (Queen), que a banda já havia gravado para o EP The Night Sky.

    Já vi muito show nesse país, de bandas nacionais e internacionais. E posso dizer com todas as palavras que poucas bandas me surpreenderam ao vivo, da forma que estes ingleses o fizeram. Além da empolgação, da presença de palco, das músicas ensaiadíssimas e afinadíssimas, e da platéia cantando junto, o mais emocionante era a nítida felicidade deles em tocar mais uma vez para o Brasil.

    E se depender de mim, eles terão público pra mais quantas vezes quiserem voltar! =D
  • freaking amazing.

    Mar 11 2009, 15h14 por fschenferd

    Tue 10 Mar – Keane
    the concert was just perfect; Tom has the gift of keeping people's attention - when he sang "Playing Along" I was brought to tears... He is soooo great. And the entire band is awesome, certainly.